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MEUS 15 ANOS (2017)


“Meus 15 Anos” conta a história de Bia (Larissa Manuela), uma adolescente tímida que ama cantar e estar na companhia de Bruno (Daniel Botelho), seu único melhor amigo e seu pai, o Edu (Rafael Infante), com quem tem uma relação linda, já que a menina perdeu a mãe cedo e foi criada por ele. Na escola Bia sofre com as provocações de seus colegas, tudo por ser uma nerd “esquisita“, mas as coisas mudam quando ela ganha em uma promoção uma festa de 15 anos dos sonhos com direito a um show de Anitta. 

O único problema é que Bia nunca desejou essa festa, pois não tem amigos para convidar. Mas o mundinho da menina vira de cabeça para baixo quando seus colegas descobrem isso e ela acaba se tornando mais popular na escola e chamando bastante atenção, principalmente de Thiago (Bruno Peixoto), que resolve se aproximar da garota para conseguir convites para a turma do 3º ano. 


A Larissa Manoela consegue dar conta do recado, apesar de não se destacar tanto no papel quanto deveria, mas o Rafael Infante traz bastante humor nas cenas de pai e filha, tornando-as engraçadas e comoventes. Mas, em minha opinião, quem roubou as cenas e trouxe muito humor para o filme, foi o Victor Meyniel, que junto com a Polly Marinho, fez papel de “fadas madrinhas” atuais e conseguiam tirar risadas de nós facilmente em suas cenas. E por último, mas não menos importante, temos a participação de Anitta, que interpreta ela mesma e faz um show na festa da Bia. 

O roteiro teve a colaboração da Luiza (Lully) Trigo que é a autora do livro em que o filme foi baseado, e apesar de ter passado a mensagem original, teve tantas mudanças que ficou praticamente irreconhecível. Mantendo apenas os nomes dos protagonistas, e acrescentando alguns personagens a mais, a história em si está completamente diferente. 

A trilha sonora é uma das coisas mais legais no filme, com uma porção de músicas boas e que agradam todos os públicos, além das músicas conhecidas, temos duas músicas compostas exclusivamente para o filme. 

No fim, “Meus 15 Anos” é um filme repleto daqueles clichês que amamos, mas é um filme voltado para o mundo juvenil e que agradará mais esse públicos que os outros.



DESAFIO DOS MARCADORES: PARA SE APAIXONAR

Como eu contei a vocês no outro post sobre o desafio completo, eu fiz uma promessa a Pedro (meu namorado) da qual me arrependo bastante e sempre encontro formas de burlar: eu não poderia comprar nenhum livro novo até que terminasse de ler todos os que eu tinha, então sempre que posso, peço algum livro de presente a alguém para burlar isso! Admito que estou trapaceando um pouco, mas quem gosta muito de ler pode entender minha dor, não é? 

No dia 01/03 eu comecei a leitura da TBR que separei para o desafio, sendo que eu deveria lê-los até o dia 15/04. Coloquei uma meta de seis semanas, porque eu costumo ler livros de parceiros aqui no blog, então tinha que dar tempo de ler tudo! 


Os desafios do marcador Para Se Apaixonar, eram: 

Um livro com um triangulo amoroso: A garota no trem
Um livro em que o protagonista foge: Toda luz que não podemos ver 
Um livro com mais de um ponto de vista: Na porta ao lado
Uma história de amor baseada em fatos reais: Para sempre
Um livro que passa em um lugar que você sempre quis visitar: Harry Potter e a câmara secreta
Um livro com um reencontro amoroso: A última carta de amor
Um livro que virou filme: Divergente

Se quiserem conferir a resenha de um dos livros, basta clicar nome deles. Eu não fiz a resenha de Para Sempre e Harry Potter e a câmara secreta, por se tratarem de livros mais antigos e que praticamente todo mundo conhece a história, no caso de HP, e do outro porque era uma releitura. 



RESENHA: NA PORTA AO LADO - LUIZA (LULY) TRIGO

Título: Na porta ao lado 
Livro: 02
Série: As Valentinas
Autora: Luiza Trigo
Páginas: 256
Editora: Rocco
Classificação: 5/5
Adicione: Skoob
Comprar: Saraiva ☮ Submarino ☮ Cultura  ☮ Americanas ☮ Amazon
Com uma carreira em ascensão no segmento juvenil, a carioca Luiza Trigo retoma as personagens de Meus 15 anos – as amigas Bia, Carol, Amanda, Pri e Roberta – e novamente mostra as delícias e as dores da adolescência com leveza, sinceridade e bom humor em Na porta ao lado, seu terceiro romance. No livro, a autora narra as aventuras e desventuras de Carol, que começa o novo ano na escola tendo que encarar não só o casamento de sua mãe e uma mudança de casa, mas também o padrasto como professor e o filho dele como colega de turma. Parece muito azar para uma garota só! Mas muitas outras surpresas aguardam a protagonista, suas amigas e os leitores ao longo das páginas.



Em uma sequência de Meus 15 Anos, Lully trigo volta a nos contar sobre a turma de amigas – as Valentinas – que amamos! Só que dessa vez, a personagem central da história é a Carol, uma leitora assídua que ama correr e terá seu mundo virado de cabeça para baixo quando sua mãe lhe conta que ela vai se casar outra vez. 

Carol sempre esteve acostumada a viver com sua mãe, já que seu pai morreu quando ainda era criança. Então, quando recebe a notícia do casamento e, junto com ela, que vão se mudar para outro lugar onde vão morar com o seu novo padrasto e o filho dele, Tomás, ela não recebe as coisas muito bem. 

"Vou te falar uma frase do Al Gore, aquele político americano, que foi vice-presidente dos Estados Unidos e fez o filme Uma Verdade Inconveniente, que você adora: 'Não arriscar nada é arriscar tudo.'"
Mesmo assim, por sua mãe, ela se esforça para ser agradável com o menino, mas ele a esnoba e torna a vida dela muito mais complicada. Como se não bastasse todo esse pesadelo, uma das suas amigas parece que está começando a ficar com ele, fazendo Carol sentir-se extremamente traída. 

Com tantos problemas acontecendo, Carol nem acredita quando conhece Bernardo, novo aluno na escola, um leitor assíduo e, para deixar tudo ainda melhor, um gatinho por quem ela fica muito caidinha. Mas se você está pensando que as coisas acabam por ai, acontecem muitas surpresas no livro e sugiro que você leia! Posso adiantar para você que o final vai te surpreender bastante!!




Conheci a Luiza Trigo, ou Lully como é chamada por todos, em 2014 (ou foi 2013?) quando ela veio a Salvador para o lançamento de Meus 15 Anos, um pouco antes do evento, comprei seus livros e li Carnaval – livro que ainda espero uma continuação, mesmo sabendo que não terá uma. Só posso dizer que ela é um amor de autora, educada, carinhosa com os fãs e brincalhona. 

O que mais gosto da Lully, é como ela consegue captar o universo juvenil, por diversas vezes, me lembrei das coisas que eu costumava fazer/pensar naquela época, meu grupo de amigas, as paixões e brigas. Terminei o livro em um único dia e fiquei com muita vontade de ler o próximo volume da série: O Poder de uma Canção. 

(...) Me retirei para o quarto ansiosa para escolher minha próxima leitura. Fiquei namorando a estante, tentando decidir, mas eram tantas as opções. Eu compro mais livros do sou capaz de ler, então a fila de espera é sempre enorme

A edição física do livro está simplesmente maravilhosa, a capa é fofa, tem listinhas espalhadas por todo o livro, mas o que mais gostei é que todos os nomes dos capítulos são títulos de livros, o que combina perfeitamente com a Carol. 

Acho que a leitura desse livro é valida para todas as idades, mas principalmente para adolescentes entre 14 e 16 anos.


Como várias músicas são mencionadas no livro, criei duas playlist no Spotif, uma para ela e o Bernardo, e outra que a Carol faz no meio do livro e que você precisa ler para descobrir! (Playlist 1 e Playlist 2)

Espero que vocês tenham gostado da resenha desse livro, que é uma ótima indicação para uma leitura rápida, fluida ou presente para uma filha, sobrinha ou afilhada

RESENHA: MEUS 15 ANOS - LULY TRIGO

Título: Meus 15 anos
Série: As Valentinas 

Livro: 01
Autora: Luiza Trigo
Páginas: 232
Editora: Rocco
Gênero: Juvenil
Comprar: Saraiva ☮ Submarino ☮ Cultura

Adicione: Skoob

Uma festa de cinema! Este era o sonho de Bia, prestes a se tornar realidade em Meus 15 anos. Ela só não esperava que sua grande noite daria um filme – com direito a drama, romance, comédia e ação de tirar o fôlego. Bia é a protagonista do segundo romance da escritora carioca Luiza Trigo, que vem conquistando seu espaço entre o público adolescente e pré-adolescente desde sua estreia com Carnaval. Da entrega dos convites ao surpreendente desfecho, a autora conta uma história movida a sonhos, paixões, ciúmes, alegrias, decepções e, principalmente, amadurecimento, amizade e amor.
Esse é um dos livros mais fofos que tem em minha estante! Ele é todo coloridinho e com estrelinhas desenhados em na divisão dos capítulos. É um livro juvenil, as letras são grandes, cada capítulo é narrado por um dos personagens o que faz você ter várias perspectivas da história e com que a leitura flua, consegui ler esse livro em poucas horas.
Beatriz, Bia para os mais íntimos, é a nerd da turma, apaixonada por cinema e que não liga muito para sua aparência, mas ela tem o mesmo sonho que muitas meninas adolescentes têm: ter uma grande festa de 15 anos. A história gira em torno dessa festa, e claro, como todo universo adolescente dentro de uma escola: as amizades, as inimizades, as paixonites, as dúvidas, as tardes com as amigas vendo filmes…. Todo adolescente passa por isso. 

Como assim? Quem responde isso? "Eu não gosto de livros." Quem não gosta de livros? E, mesmo assim, quem tem a cara de pau de assumir uma coisa dessas? Meu Deus! O que estava acontecendo? Será que aquele gel tinha efeito colateral?

Bia tem uma paixonite aguda por Thiago, um dos meninos mais lindos e popular – e muito babaca – da escola – mas quem nunca passou por isso? –, e fica muito ansiosa para lhe entregar o convite da festa, tudo isso porque suas melhores amigas tem um plano para convencer Thiago a dançar uma valsa com ela, mesmo ela tendo escolhido Bruno, seu melhor amigo praticamente desde que nasceu, já que as mães deles são amigas e engravidaram na mesma época, para ser seu príncipe. E, obviamente, Bruno é bem apaixonadinho por ela. 

A festa da Bia está prestes a se tornar a melhor festa de aniversário do ano e isso desperta muita irritação Jessica, uma patricinha que não suporta ninguém na escola por não serem de sua mesma classe social. Por causa disso, Jessica começa a pensar em todos os jeitos de arruinar o grande dia da Bia, para que sua festa continuasse sendo a melhor de todas. 

A história é bem simples, a vilã não tem um grande motivo para ser a vilã, e é repleto de clichês adolescentes, mas foi uma leitura rápida e divertida. Me fez lembrar da agonia que senti para organizar minha festa de 15 anos – que não foi nada grandiosa comparada com a da Bia – e de todos os meus “problemas” da época da escola. Me deu uma grande saudade dos meus 15 anos. 



 
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